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Nick Vujicic - um exemplo de vida, superando limites
Sábado, 02 Janeiro 2010 09:00

Nossos problemas geralmente são menores do que possam parecer!!

Nick Vujicic

 

Um dos vídeos mais comoventes e inspiradores que já tive o prazer de receber nos últimos anos! Quando achar que tudo está perdido, antes de tomar a decisão final que poderá quem sabe destruir a sua vida ou a de alguém, pense, reflita um pouco, veja este filme e descubra o quanto você deve ser forte para continuar lutando!

 

Para todos aqueles que dizem não consigo.

 

Nick Vujicic Vídeo A Inspiração Viva

 

Palestra - Perspectiva, Visão e Escolhas - Nick Vujicic português-BR

Nick Vujicic - Parte 1/3 (Perspectiva, Visão e Escolhas)

 

Nick Vujicic - Parte 2/3 (Perspectiva, Visão e Escolhas)


Nick Vujicic - Parte 3/3 (Perspectiva, Visão e Escolhas)
youtube.com

 

Life Without Limbs O site de Nick Vujicic, veja tambem Attitude is Altitude

 

Nick Vujicic - Legendado Português - youtube.com

 

 

Entrevista de Nick Vujicic : Vida Sem Braços e Pernas

(Legendado em Português, active as legendas no quanto inferior direito)

 

Nick Vujicic na Wikipedia

 
Marcha contra a pobreza - Sem ajudas do Estado, pobres poderiam ultrapassar os quatro milhões
Quarta, 16 Dezembro 2009 09:00

A pobreza em Portugal atinge 18 por cento da população, cerca de dois milhões de pessoas, mas esse número poderia ultrapassar os quatro milhões sem as ajudas do Estado, denuncia o director-executivo da associação CAIS.

Maior entrave no combate à pobreza está na indiferença da população, diz responsável
Contactado pela Lusa por ocasião da Marcha contra a Pobreza, que se realiza quinta-feira, em Lisboa, Henrique Pinto revelou que se não existissem ajudas por parte do Estado, o número de pobres em Portugal poderia chegar aos 41 por cento, quase metade da população.

“Se não fossem as chamadas transferências sociais, que são as ajudas do Estado, que vão desde o Rendimento Social de Inserção ao Complemento Solidário para Idosos, desde subsídios para grávidas a subsídios para as famílias, de alimentação ou invalidez, teríamos em Portugal 41 por cento de pobres”, alerta.

Na opinião do director-executivo da CAIS, esta é a consequência da crise nacional da qual o país nunca saiu, agora agravada pela crise financeira mundial.

Henrique Pinto acredita que actualmente ainda há “falta de vontade política” para resolver o problema da pobreza e defende um papel mais activo dentro de cada ministério.

“Quando se fazem ou preparam orçamentos, cada ministério deve colocar dentro de um orçamento próprio estas bolsas de pobreza, que se podem verificar na economia, na educação, na habitação, na saúde, para além dos investimentos que devem fazer”, sugeriu.

No entanto, admite, o maior entrave no combate à pobreza e à exclusão social está na indiferença que a maior parte da população tem para com estes problemas e que Henrique Pinto aponta como “um dos grandes factores causadores” de não se conseguir terminar com os ciclos de pobreza “nos quais estão envolvidas famílias há muitas gerações”.

Nesse sentido, a iniciativa de quinta-feira surge como uma “marcha de combate à indiferença” e “mobilizadora da opinião pública”.

“Pretendemos mobilizar a opinião pública para que se aproxime mais, não seja tão indiferente aos dois milhões de pessoas ou mais que vivem neste limiar da pobreza em Portugal, homens e mulheres que têm um rendimento inferior a 406 euros”, explicou Henrique Pinto.

A concentração está marcada para as 19h30, na Praça Luís de Camões, em Lisboa. As pessoas são convidadas a levar uma vela e a caminharem pelo Chiado, passando pela Rua Garrett, depois pelo Rossio, até chegarem ao arco da Rua Augusta, onde se encontra uma réplica da laje da Praça do Trocadero, em Paris, em honra das vítimas da fome, da ignorância e da violência.

Nessa altura, várias figuras públicas vão declamar a “Ode do Pão”, do escritor chileno Pablo Neruda, que antecipará um minuto de silêncio pelas vítimas da fome e da exclusão social.

A iniciativa terminará na Praça Martim Moniz, junto da tenda onde decorre a acção “Pão de Todos. Para Todos”, também da CAIS, com a assinatura de um mural que representa um compromisso público com a erradicação da pobreza.

Apesar da organização da marcha ser da responsabilidade da CAIS, conta com a participação da Amnistia Internacional, da AMI (Assistência Médica Internacional), da Comissão Nacional Justiça e Paz, da Comissão Social da Junta de Freguesia de Santos-o-Velho, da Fundação Obra do Ardina, da organização Médicos do Mundo, da assoçiação O Companheiro e da Rede Europeia Anti-Pobreza.

in Jornal Público

 

Marcha pela Erradicação da Pobreza e da Exclusão Social

Mais informações em: http://www.marchacombateapobreza.blogspot.com

Local: Largo Luís de Camões (Chiado)

Data: 2009/12/17

Hora: 19:30

 

 

Pobreza - Associação CAIS marcha hoje pelas ruas de Lisboa

A associação CAIS desafia hoje os lisboetas a participarem na Marcha contra a Pobreza, para alertar para um problema que afecta cerca de dois milhões de pessoas em Portugal.

A concentração está marcada para as 19h30 na Praça Luís de Camões, em Lisboa. As pessoas são convidadas a levar uma vela e a caminharem pelo Chiado, passando pela Rua Garrett, depois pelo Rossio, até chegarem ao arco da Rua Augusta, onde se encontra uma réplica da laje da Praça do Trocadero, em Paris, em honra das vítimas da fome, da ignorância e da violência.

Nessa altura, várias figuras públicas vão declamar a “Ode do Pão”, do escritor chileno Pablo Neruda, que antecipará um minuto de silêncio pelas vítimas da fome e da exclusão social.

A iniciativa terminará na Praça Martim Moniz, junto da tenda onde decorre a acção “Pão de Todos. Para Todos”, também da CAIS, com a assinatura de um mural que representa um compromisso público com a erradicação da pobreza.

Apesar da organização da marcha ser da responsabilidade da CAIS, conta com a participação da Amnistia Internacional, da AMI (Assistência Médica Internacional), da Comissão Nacional Justiça e Paz, da Comissão Social da Junta de Freguesia de Santos-o-Velho, da Fundação Obra do Ardina, da organização Médicos do Mundo, da associação O Companheiro e da Rede Europeia Anti-Pobreza.

Segundo o director-executivo da CAIS, a pobreza atinge 18 por cento da população de Portugal, cerca de dois milhões de pessoas, mas esse número poderia ultrapassar os quatro milhões sem as ajudas do Estado.

Henrique Pinto revelou que se não existissem ajudas por parte do Estado, o número de pobres em Portugal poderia chegar aos 41 por cento, quase metade da população.

“Se não fossem as chamadas transferências sociais, que são as ajudas do Estado, que vão desde o Rendimento Social de Inserção ao Complemento Solidário para Idosos, desde subsídios para grávidas a subsídios para as famílias, de alimentação ou invalidez, teríamos em Portugal 41 por cento de pobres”, alertou.

Na opinião do director-executivo da CAIS, esta é a consequência da crise nacional da qual o país nunca saiu, agora agravada pela crise financeira mundial.

 

17.12.09 Jornal Público

 
Mais de 173 milhões de pessoas juntaram-se contra a pobreza
Quinta, 22 Outubro 2009 09:00

Portugal mobilizou 1,4 % da sua população: 147 640

Mais de 173 milhões de pessoas juntaram-se aos eventos de «Levanta-te e Actua!» pedindo que os governos erradiquem a pobreza extrema e que cumpram os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM).

O recorde mundial do guinness foi ultrapassado no passado fim-de-semana quando 173,045,325 pessoas se juntaram em mais de 3000 eventos, ocorridos em mais de 120 países, segundo um comunicado da Pobreza Zero enviado à Agência ECCLESIA.

O livro de recordes do Guinness certificou a iniciativa “Levanta-te e Actua como a maior mobilização humana registada na história” que, no seu quarto ano, verificou um aumento de cerca de 57 milhões sobre o ano passado.

O director da Campanha do Milénio das Nações Unidas, Salil Shetty, explica que os 173 milhões de pessoas que se mobilizaram “mandaram uma mensagem clara aos líderes mundiais sobre a existência de uma exigência massiva, universal e global para a erradicação da pobreza e para o cumprimento dos ODM” assim como “os responsabilizam sobre o cumprimento efectivo das suas promessas para acabar com a pobreza”.

Segundo o mesmo comunicado, participaram na iniciativa mais de 100 milhões de asiáticos. O continente africano participou com mais de 37 milhões de pessoas e na Europa mobilizaram-se mais de 2 milhões. Na América Latina e também nos Estados Unidos de América participaram 200,000 pessoas respectivamente. A Oceânia mobilizou mais de 170,000 pessoas e do Oriente juntaram-se mais 31 milhões de pessoas.

Sylvia Borren, responsável pelo Apelo Global Contra a Pobreza (GCAP – Pobreza Zero) na Holanda sublinhou que a mobilização “encontra raízes nas áreas mais remotas e em cidades de todo o mundo, ricas e pobres” para além de juntar “gente nova, mulheres e homens”.

A mensagem dos participantes que “exigem a erradicação da pobreza e novas respostas sobre a crise alimentar, económica e ambiental” será enviada nas próximas semanas e meses para “influenciar/intervir sobre as discussões do clima de Copenhaga e a revisão dos ODM do próximo ano”.

1,4% dos portugueses mobilizados contra a pobreza

Portugal foi o país europeu onde mais pessoas se levantaram para erradicar a pobreza. Segundo o comunicado, Portugal mobilizou cerca de 1,4% da sua população e foi também em território nacional que se realizaram 10% dos eventos mundiais. As iniciativas decorreram em associações, ONGs, mais de 150 escolas, diversos locais de culto, empresas, meios de comunicação e particulares, confirmando assim “um sólido apoio para a erradicação da pobreza e o cumprimento dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio”.

 

Agência Ecclesia

 

Levante-te e Actua

Stand Against Poverty | STAND UP 2009

 

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